Só acredito veno hahahhahaha


Durante o período que cursei universidade tive ótimas aulas de História da Arte com o Professor Doutor Naum Simão, foram três anos até chegarmos a Filosofia da Arte que foi a matéria que eu mais amei, e percebi que tenho uma forte tendência a gostar de estudos teóricos.
Mas uma coisa que faltou durante o período que fiz a Licenciatura em Artes Visuais, em relação ao conteúdo foi estudarmos História da Arte Brasileira, isso mesmo sabendo que já tínhamos uma lei que determina o ensino OBRIGATÓRIO de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena:

Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.

      Tem um tempo que acompanho os cursos do Itaú Cultural e surgiu a oportunidade de cursar História da Arte no Brasil: Um possível olhar sobre a produção em artes visuais no Brasil, as aulas são ministradas pelo Marcos Moraes, coordenador do curso de Artes da FAAP e curador de diversas expos.
     A primeira aula que foi na segunda-feira foi sobre Colonização e apagamento: relações da arte europeia e a arte originária no Brasil. Eu amei, pois a princípio ele mostrou as produções artísticas anteriores à colonização, dos indígenas, e o mais interessante é que ele evidencia não somente as tribos já conhecidas, assim ampliando o nosso território cultural.
     Em uma conversa anterior com a Aninha e o Gui, estávamos falando sobre etnografia, que é um estudo de todos os detalhes presentes nas obras de arte, é uma análise feita além da visualidade, levando em consideração todo o contexto histórico e vivências. A Aninha fez um trabalho de estudo de comparação de obras, para a UNICAMP onde percebeu que a mão de São Tomé não estava abençoando e sim em posição de pedido de fala. Nossa conversa foi muito engraçada, amo a vibe da Aninha e amei conhecer o Gui.

Giorgio Vasari

            Por enquanto é isso, inté daqui a pouco!

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