O bastão dourado
As
segundas-feiras ganharam um ar um tanto quanto intelectual, desde que o COVI-19
o trabalho foi se adaptando para ganhar novamente um sentido. Há duas semanas
estamos participando do Clube de Estudos de forma voluntária, não é algo
obrigatório, mas é um momento totalmente expansivo, onde podemos dialogar sobre
o assunto escolhido e falar da prática enquanto educadores sociais.
O
primeiro encontro foi mediado pelo Lucas, ele trouxe a temática da Importância
da Criatividade na Escola e no trabalho docente segundo coordenadores
pedagógicos. Criatividade é um assunto que rende e como diria o Nadson da
vários ganchos para outras tantas temáticas. Quando falamos de aula de uma
perspectiva da educação não formal, temos a percepção da utilização de diversas
metodologias que podem ser aplicadas e um universo muito maior para criação,
dos dois lados, educadores e usuários. No final do encontro o Lucas deu o
bastão dourado para a Talita realizar a próxima reunião.
A
Tali escolheu um texto sobre Notas da experiência e o saber de experiência. Eu
li o texto e fiz diversas marcações, geralmente quando leio tenho algumas
conexões com outros textos, séries ou filmes. Nesse texto o que ficou marcado
foi à parte da descrição do homem que segundo o autor é um vivente com a
palavra.
E
antes dele fazer esse aprofundamento ele fala sobre percepções de mundo e da o
exemplo de Aristóteles do homem como zôon lógon échon. Nessa hora me lembrei do
quanto foi bom cursar filosofia da arte onde vimos um pouco de Hermenêutica
para Heráclito de Éfeso (sV a.C.), que criou o conceito de conjunto harmônico
de leis que comandam o universo, formando uma inteligência cósmica onipresente
que se plenifica no pensamento humano. Penso logo êxito. E advinha para quem
ela passou o bastão, sim para mim, eu dei risada de nervoso, eu escrevo bem,
mas falando só por deus, encaro como uma oportunidade de trabalhar meus medos.
Dando sequencia nas temáticas escolhi fazer uma investigação
sobre a Memória. Não é um artigo voltado à área da educação, é sobre Poéticas
da memória: invenção e descoberta no uso de metadados para a criação de
memórias culturais em ambientes programáveis. To utilizando o modelo de
mediação da Brunna Amício, diva da minha vida que media as conversas do Clube
de leitura de uma forma magnífica, pensa numa mulher que fala bem, e é incrível,
aff só admiração. Pretendo abordar página a página e sugeri um vídeo para
complementar, pois sei que no fim o texto vai delimitando para uma memória sobre
obras artísticas, enfim, espero cumprir essa missão com maestria.
Por enquanto é isso, até amanhã!

Aii que maravilhosa!!
ResponderExcluirObrigada por citar meu nome nesse trabalho incrível que você está fazendo !!
E acho que você escreve e fala muito bem sim !
E vai arrasar tenho certezaaa!! <3
Boraaaaa divarrrrrr
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